Livro: 25, 26 e 27 (primeira parte) 31, 32, 33 e 34(segunda parte). 47 a 52(terceira parte)
Termos:
Parte 0(aquela do “EE teste”) – célula, metabolismo, reação e movimento,crescimento, reprodução, hereditariedade, variabilidade genética, mutação genética, seleção natural, adaptação.
Parte 0/2 – Espécie, população, comunidade, fatores abióticos, ecossistema.
1ª parte: seres autotróficos, seres heterotróficos, herbívoros, carnívoros, onívoros, cadeia alimentar, produtor, consumidores, nível trófico, decompositores, teia alimentar e energia unidirecional.
2ª parte: ciclo do carbono, fotossíntese, decomposição, ciclo do nitrogênio, nódulos, nitrato, nitrificação, bactérias nitrificantes, excretas, desnitrificação, rotação de culturas e adubação verde.
3ª parte: população biológica, densidade populacional, taxa de crescimento populacional, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, imigração, emigração, potencial biótico, resistência do meio, curva do crescimento real, habitat e nicho ecológico.
Peguem o livro (de apenas 2 kilinhos) e o caderno e vamos embora (argh… ainda não to naquela “animação”),
Parte 0 –
Célula – “É um compartimento membranoso microscópico e é a menor porção de matéria viva. Em seu interior realizam-se processos fundamentais à vida.” – Célula é algo fácil e para quem não entende “membranoso”, a explicação mais fácil é – “pelinha microscópica”.
Metabolismo – “Conjunto de células e de seus processos químicos. Tudo o que a célula consume, libera e transforma faz parte do metabolismo” – Metabolismo… nada muito “cabeludo”. É o que a célula faz da vida dela e tudo o que ela produz. Se ela transforma água em ácido (não sei se ela pode fazer isso =O) o fato dela fazer essa transformação é considerado metabolismo.
Reação – “Capacidade de perceber o que se passa ao redor e de responder à esses estímulos”(cheguei na segunda página do caderno =D faltam… algumas D=).
Movimento – Normalmente é a resposta de algum estimulo, a reação gera o movimento. (Recomendo ler isso no livro, página… n sei xD)
Crescimento – o crescimento de um ser vivo com exceção do vírus se da graças a produção de novas substâncias . Os organismos unicelulares também crescem, mas até determinado tamanho ao atingi-lo se dividem, criando um novo ser.
Reprodução – Nos organismos celulares, é aquilo que eu disse ali em cima, crescem até um determinado tamanho e depois se dividem (como bolhinhas de sabão). Nos pluricelulares o processo de reprodução começa a partir de uma célula (ou de um grupo delas) que se “desprende” do corpo de um individuo pré-existente.
Hereditariedade – característica ligada a reprodução onde um ser vivo, ao se reproduzir transmite uma estrutura celular básica e um código genético que permitirá o novo ser seguir as características da nova espécie. Porém, membros de mesma espécie podem sofrer pequenas variações em seu código isso é chamado de variabilidade genética. Essas variações podem virar mutações genéticas quando se duplicam. Essa capacidade de variar geneticamente cria indivíduos diferentes que pode ter mais ou menos chances de viver e chegar à idade de reprodução. Essas diferenças e chances são chamadas de seleção natural, logo, o objetivo do ser vivo é dar continuidade a espécie (triste D=). Todas essas características estão ligadas a adaptação, que é a capacidade de uma espécie de se melhor adaptar ao ambiente. (Matamos 5 coelhos com uma paulada, que massacre D=)
Parte 0:2 (Essa conta não existe =O)-
Acabamos de ver todas as características que modificam e definem um individuo… mas como ninguém está fadado a viver na solidão, temos conceitos para as relações dos animais.
Espécie – “Indivíduos semelhantes com capacidade de reprodução e deixar indivíduos férteis”.
População – “Seres da mesma espécie que vivem no mesmo lugar e no mesmo período de tempo”
Comunidade – “Populações diferentes que interagem entre si no mesmo lugar e no mesmo período de tempo” – Logo, a interação entre diferentes populações.
Fatores abióticos – Tudo o que não é vivo e está presente no ambiente.(Luz, água e ar por exemplo)
Ecossistema – Comunidade + Fatores abióticos.
1ª parte da matéria(ou primeiro EE, como preferir.)
Bem vindos à quarta página do meu caderno… Faltam 8 XD. Já definimos um individuo e algumas de suas relações. Agora… finalmente chegamos ao primeiro EE.
Seres autotróficos – Seres capazes de aproveitar substâncias inorgânicas como CO2 e H2O e energia externa(luz) para produzir seu próprio alimento
Seres heterótrofos – são incapazes de produzir seu próprio alimento necessitando obter moléculas orgânicas já sintetizadas.
Herbívoros – Seres que alimentam-se exclusivamente de autótrofos.
Carnívoros – Seres que se alimentam exclusivamente de outros seres.
Onivoros – Seres que se alimentam tanto de autótrofos quando de outros animais/seres.
Cadeia alimentar – série linear (não é um ciclo….) por onde flui a energia captada pelos autótrofos.
Produtor – Componente inicial da cadeia alimentar e único que consegue captar energia(alimento) de fontes inorgânicas. A.k.a. autótrofos. (Para quem não sabe A.K.A significa as know as que significa “também conhecido como”).
Consumidor – São os outros componentes da cadeia alimentar(excluindo decompositores) que consomem ou a energia das plantas ou a energia de outros animais. A.K.A herbívoros, carnívoros e onívoros.
Decompositores – TODA CADEIA ALIMENTAR TERMINA AQUI. Decompoem matéria orgânica, morta. Eles tem a capacidade de fazer com que as substâncias voltem para o ambiente.
Energia unidirecional – transfêrencia de energia que ocorre nas cadeias alimentares, ou seja, a energia “corre” dos produtores aos decompositores. Sem paradas, desvios ou “tráfego lento”.
2ª parte da matéria
Vamos estudar os ciclos…
Ciclo do carbono – é a passagem dos átomos de carbono e componentes de gás carbônico para as moléculas produzidas na fotossíntese além de sua assimilação pelos animais…. A imagem do ciclo facilita tudo… 
Fotossíntese – Processo de transformação de matéria inorgânica em orgânica (Veja no livro explicações melhores)
Decomposição – processo de devolução da matéria inorgânica ao ambiente (Veja no livro para expliações melhores)
Ciclo do nitrogênio – incorporação de átomos de nitrogênio à substâncias orgânicas. A imagem “facilita”:

Esse definitivamente é o melhor ciclo do nitrogênio que eu ja vi.
Nódulos – são tumores causados por algumas bactérias em leguminosas jovens(feijão por exemplo). (POR FAVOR, leia isso no livro…. é importante e meu caderno não tem uma explicação muito boa)
Nitrato – composto nitrogenado facilmente assimilado pelas plantas.(Leia no livro…)
Nitrificação – processo de formação de nitratos no solo (Leia no livro)
Bactérias nitrificantes – são batérias quimiosintetizantes essenciais para a nitrificação, realizam a oxidação da amônia e produzem compostos nitrogenados. Liberna energia usada no seu metabolismo. (Livro)
Excretas – é a degradação de proteinas e ácidos nucleicos no metabolismo do animal. É o “cocô” que vira amônia, depois nitrito, nitrato e depois alimento para as plantas.
Desnitrificação – devolução do nitrogênio ao ambiente causado pelas bactérias desnitrificantes que para obter energia degradam composotos nitrogenados. (LILILILI… VRO)
Adubação verde – uso de leguminosas para adubar o solo.(LI-VRO)
Rotação de culturas- alternação etre leguminosas e outras plantas em algumas plantações visando a melhora da produção (LIVRO)
Parte 3-
População biológica – mesmo conceito de antes. Grupo de individuos de uma mesma espécie que convivem em determinada área geográfica em um mesmo período de tempo.
Densidade populacional- número de individuos que vivem em determinada área ou volume. A para calcular isso é: Densidade = número de individuos dividido pela àrea ou volume… Caso seja dividido pela área a resposta vai ser hab/km²(ou cm² ou m²…) e se for volume, hab/km³(cm³… e assim por diante)
Taxa de crescimento populacional – medidas de uma população em determinados intervalos de tempo informam o que ocorre com a população… ela pode estar crescendo, diminuindo ou pode estar estável.
Mortalidade- Número de individuos que morrem.
Natalidade – Número de individuos que nascem.
Imigração – Número de individuos que se “mudam” e consequentemente não fazem mais parte da população.
Emigração – Número de individuos que entram na população.
Potencial biótico – Capacidade TEÓRICA de crescer apresentado pelas populações.
Resistência do meio – limitação da população gerada pela quantidade de recursos disponiveis pelo meio.
Curva do crescimento real – Capacidade de crescimento REAL de uma determinada população. É o potencial biótico adicionado à resistência do meio.

Em preto, resistência do meio. Azul, potêncial biótico(observe que ele vai ao infinito e não até ali…) e em vermelho, o que realmente acontece, a curva real.
Habitat– Tipo de ambiente em que vive determinada espécie.
Nicho ecológico – Série de caracteristicas de determinada espécie. Alimento, parasitas e predadores são fatores que influênciam essa escolha. Elas colocam a espécie em um ponto específico do habitat.
Outra forma de pensar, O hábitat representa o endereço de um organismo no ecossistema; E o nicho ecológico corresponde ao papel que o organismo desempenha dentro desse ecossistema.
Em um mesmo habitat 2 animais não necessáriamente competem. Em um mesmo nincho, sim…
Parte Extra(prometo que não vai doer XD)
Densidade populacional –
Além do que eu disse lá… tem uma forma simples de saber se a população está em crescimento ou não…
Caso a : Natalidade + Imigração sejam iguais a Mortalidade… estabilidade. Caso a: Natalidade + Imigração sejam menores que mortalidade, diminuição e caso sejam maiores… crescimento.
População controlada – é aquele que possui crescimento inicial lento, depois um crescimento muitissimo alto e depois estabilização.
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Depois de reestudar a PT, estudemos a PU.
Relações ecológicas.
Relação intraespecifica –
Relações entre individuos de : Mesma espécie.
Relação interespecifica –
Relações entre individuos de : Espécies diferentes.
Pode ser:
Harmônica: Pelo menos um dos individuos sai “ganhando”, mas nenhum sai perdendo.
Desarmônica: Pelo menos um sai prejudicado.
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Tipos de relações.
Melhor resumo disso é esse esquema:
Relações Intraespecíficas.
Colônia: Individuos unidos(grudados), atuando em conjunto; As vezes repratem funções. Ex. corais, caravela
Sociedade: indivíduos independentes(fisicamente) , organizados. NÃO PODEM SER SEPARADOS, SE NÃO TODO MUNDO MORRE D=. Ex. Abelhas.
Competição intraespecifica: indivíduos que concorrem pelos mesmos recursos do meio. Esse tipo de relação existe em praticamente TODOS as espécies.
Relações interespecificas:
Protocooperação: indivíduos associados que se beneficiam, a associação não é obrigatória. Ex. Carangueijo eremita e anêmonemonemonemonemonemonemona(me diz…. quem nunca viu nemo? D=)
Inquilinismo: indivíduo usa outro como moradia, sem prejudicá-lo. Ex. orquideas que “sobem” em outras plantas para pegar luz.
Herviboria: animais herbivoros devoram plantas. Ex. gado
Predação: animais carnivoros que devoram outros animais.
Competição Interespecifica. individuos de mesma especie que competem por recursos do meio. Estão no mesmo NINCHO ECOLÓGICO.
Comensalismo: É o famoso comedor de restos, não prejudica ninguém e se alimenta com restos. Ex. urubu/abutre
Mutualismo: individuos associados que dependem um do outro. São UNIDOS. Ex. algas e fungos que formam liquens.
Parasitismo: individuo que vive a custa do outro, causa prejuizo e normalmente não leva a morte, PQ se ele matar, ele morre também. Ex. lombrigas.
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A eutrofização (ou eutroficação) é um processo normalmente de origem antrópica (provocado pelo homem), ou raramente de ordem natural, tendo como princípio básico a gradativa concentração de matéria orgânica acumulada nos ambientes aquáticos.
Entre os fatores impactantes, contribuindo com a crescente taxa de poluição neste ecossistema, estão: os dejetos domésticos (esgoto), fertilizantes agrícolas e efluentes industriais, diretamente despejados ou percolados em direção aos cursos hídricos (rios e lagos, por exemplo).
Durante este processo, a quantidade excessiva de minerais (fosfato e nitrato) induz a multiplicação de microorganismos (as algas) que habitam a superfície da água, formando uma camada densa, impedindo a penetração da luminosidade. Esse fato implica na redução da taxa fotossintética nas camadas inferiores, ocasionando o déficit de oxigênio suficiente para atender a demanda respiratória dos organismos aeróbios (os peixes e mamíferos aquáticos), que em virtude das condições de baixo suprimento, não conseguem sobreviver, aumentando ainda mais o teor de matéria orgânica no meio.
Em conseqüência, o número de agentes decompositores também se eleva (bactérias anaeróbias facultativas), atuando na degradação da matéria morta, liberando toxinas que agravam ainda mais a situação dos ambientes afetados, comprometendo toda a cadeia alimentar, além de alterar a qualidade da água, também imprópria ao consumo humano.
Por krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola
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DDT no ambiente
Devido à sua aplicação e pulverização nas pessoas, animais domésticos, edifícios, agricultura e florestas não é surpreendente que o DDT esteja vastamente distribuído no ambiente. Tal acontece devido à sua grande estabilidade e persistência no solo, água e biota. Tem ainda grande resistência à acção enzimática e à acção de microorganismos existentes no solo. Assim, o período de risco de contaminação mantém-se após o uso do DDT.
Hoje em dia, o DDT chega à atmosfera quando utilizado como spray nas operações de erradicação nas regiões do mundo onde a malária é endémica. Por outro lado o DDT e os seus metabolitos são continuamente libertados do solo e da água como resultado da sua utilização no passado. Estes químicos voltam a ser depositados no solo e na superfície da água devido à deposição durante os períodos de chuva e também na sua ausência. Este processo de volatilização e deposição repete-se várias vezes, e como resultado teremos uma “destilação global”, isto é, a migração do DDT de regiões quentes para regiões mais frias do mundo. Consequentemente vai ser transportado para o Árctico e Antárctico, onde é encontrado no ar, sedimentos e neve e acumulado na biota.
O DDT e os seus metabolitos podem ser transportados de um meio a outros por processos de solubilização, adsorção, remobilização, bioacumulação e volatilização. Por outro lado, pode ser transportado dentro do mesmo meio por correntes, vento e difusão.O DDT acumula-se na cadeia alimentar. Uma vez que os animais são contaminados, e depois ingeridos pelos seus predadores, estes vão absorver indirectamente o DDT. Como os predadores se alimentam de várias presas, acumulam muito DDT. Como resultado, o DDT pode causar uma maior mortalidade para os predadores naturais de uma determinada praga do que para a própria praga. Isto pode causar um aumento descontrolado da praga devido à ausência de predadores. O DDT pode estar presente em níveis aceitáveis num lago, mas pode ser acumulado em plantas e peixes de consumo humano devido a uma bioacumulação ao longo da cadeia depredadores. Assim, os peixes de consumo humano podem apresentar uma concentração elevada de DDT que pode ser tóxica para o homem.